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Qual a maneira certa de escovar?

Uma escovação adequada deve durar, no mínimo, dois minutos, isto é, 120 segundos! A maioria dos adultos não chegam nem próximos a este tempo. Para ter uma idéia do tempo necessário para uma boa escovação, use um relógio na próxima vez que escovar os dentes. Escove-os com movimentos suaves e curtos, com especial atenção para a margem gengival, para os dentes posteriores, difíceis de alcançar e para as áreas situadas ao redor de restaurações e coroas. Concentre-se na limpeza de cada setor da boca, da seguinte maneira:

- Escove as superfícies voltadas para a bochecha dos dentes superiores e, depois, dos inferiores;
- Escove as superfícies internas dos dentes superiores e, depois, dos inferiores;
- Em seguida, escove as superfícies de mastigação;
- Para ter hálito puro, escove também a língua, local onde muitas bactérias ficam alojadas.


Segure a escova em um ângulo de 45 graus e escove
com movimentos que vão da gengiva à ponta dos dentes.





Com suaves movimentos circulares, escove a face voltada para a
bochecha e a face interna dos dentes, e a superfície usada para mastigar.





Para a bochecha e a face interna dos dentes, e a superfície usada para mastigar.

Com movimentos suaves, escove também a língua para remover bactérias e purificar o hálito.

Realizou-se nos dias 25 e 26 de março de 2004, o fórum para a normatização da analgesia em odontologia, promovido pelo CFO com apoio da ANVISA e dos Conselhos Regionais.

Estiveram presentes representantes de Instituições de Ensino, Sociedades, Associações, cirurgiões-dentistas e médicos, que participaram de um debate amplo e democrático, onde todos os temas pertinentes a esta normatização foram votados e aprovados quando com concordância da maioria absoluta.

Parabenizamos o Dr. Luciano Artioli Moreira, presidente da ABCD Nacional, o Dr. Rafael Baldaci, na época presidente da APCD, pelo importante e definitivo papel que tiveram na luta e mobilização da classe odontológica, ao Dr. Miguel Nobre, por reconhecer que havia chegado o momento do CFO, se manifestar de maneira definitiva, ao nosso Conselho e a toda uma classe odontológica, que no mais pleno exercício de cidadania, votou com conhecimento científico da matéria, amparada em literatura indexada todos os itens necessários a normatização da técnica de analgesia inalatória e sedação consciente, técnica esta que já estava regulamentada pela lei 5081 art.6º Inciso VI de 1966 , mas que carecia ainda, de uma normativa que pautasse o ensino criando parâmetros mínimos, no que tange a carga horária, conteúdo programático etc.

Os Drs. Luiz Alberto Ferraz de Caldas e Carla Gonçalves Gamba, professores-coordenadores do curso de habilitação da PUC/Rio estiveram presentes integrando os grupos de trabalho e plenária geral, que geraram o Relatório Final.

Aguardamos, que as conclusões do Fórum, consubstanciadas no Relatório Final fossem aprovados na plenária geral. Após apreciação da Procuradoria Jurídica, entrou em vigor no dia 30 de abril de 2004, a resolução CFO51/2004, de 30 de abril de 2004, publicada no DOU numero 90 de 12/05/2004 que regulamenta a utilização da técnica de Analgesia Inalatória/sedação Consciente com a mistura de óxido nitroso/oxigênio. O Cirurgião-dentista brasileiro está a partir de então, totalmente respaldado por lei, a utilizar a técnica de Analgesia Inalatória no Brasil.

A grande conquista na realidade, não é apenas da Odontologia mas sim da população brasileira, que de agora em diante, poderá se beneficiar desta técnica, para controle da dor, do medo e da ansiedade.

Sabemos, que uma parcela significativa da população brasileira possui algum tipo de fobia ou de ansiedade, quando submetida a tratamento odontológico. Falta ainda conscientização por parte da SBA – Sociedade Brasileira de Anestesiologia, dos médicos-anestesistas em geral, e dos próprios cirurgiões-dentistas quanto ao fato de que quanto mais cirurgiões-dentistas se utilizarem das técnicas de controle de dor, medo e ansiedade em seus serviços, mais pacientes serão beneficiados, aumentando sobre maneira a segurança dos procedimentos odontológicos, principalmente nos casos dos pacientes odontofóbicos, que hoje estima-se representam de 30 a 50% dos pacientes atendidos regularmente em consultórios, clinicas e serviços de saúde.

Nos EUA, 14 milhões de americanos não procuram voluntariamente o dentista, em função do medo e da ansiedade. No Brasil, não temos este levantamento estatístico. Sabe-se, que a eficácia da Analgesia Inalatória é obtida naqueles pacientes que apresentem algum grau de colaboração, o que não diminui ou substitui a quantidade de indicações para a anestesia geral, indicações estas que estima-se também irão aumentar, na medida em que os CD’s estiverem habilitados nas técnicas de sedação, e de manejo do paciente ansioso ou com comprometimento médico que necessite de atendimento hospitalar.

Sabemos que o paciente ansioso torna-se menos cooperativo e mais susceptível as complicações sistêmicas tais como: síncope vaso-depressiva, síndrome da hiper-ventilação etc. A adrenalina endógena liberada por um paciente submetido ao estresse, pode chegar em até 40 vezes a adrenalina contida em um tubete de anestésico odontológico. Esta situação é mais grave, nos pacientes que requerem cuidados especiais, como crianças, idosos, gestantes, diabéticos, portadores de alterações cardiovasculares etc. Por esta razão, o controle da ansiedade através de técnicas de sedação e analgesia é uma necessidade nas intervenções odontológicas, para que o cirurgião-dentista execute um tratamento de melhor qualidade, com mais conforto e segurança para o paciente.

Segundo o professor Stanley Malamed, DDS, PhD uma das maiores autoridades em anestesiologia e sedação do mundo, em conferencia realizada no Rio de janeiro em 23/06/2004, esclareceu, que não existe nos EUA, até o dia de hoje, nenhum processo ético ou cível, contra Cirurgião-Dentista, daquele país, por danos causados em função da utilização da Sedação Consciente com Óxido nitroso e oxigênio. Segundo o ilustre professor, a técnica está indicada e é eficaz em até 98% dos pacientes que a ela se submetem, sendo segura e de fácil aplicação. Tanto é, que segundo ainda o professor Malamed, em 07 de maio de 2003, o governador de estado George Pataki assinou lei por solicitação e iniciativa da Associação odontológica de Nova Iorque, permitindo que as técnicas higienistas pudessem administrar a técnica de analgesia inalatória, com a mistura oxigênio óxido nitroso, desde que monitoradas por cirurgião dentistaresponsável.

Segundo Daniel A. Haas, do Departamento de Anestesia da Universidade de Toronto, a inalação da mistura N2O/O2 é a técnica de escolha para os procedimentos odontológicos que requeiram a sedação consciente, independente da sua duração, por possuir ação muito rápida, em função de sua relativa insolubilidade, seus efeitos clínicos se tornam evidentes em poucos minutos. Neste contexto a titulação é definida pela administração crescente de pequenas quantidades do gás, até que seja observado o efeito clínico desejado. A capacidade de titular uma droga, permite ao dentista controlar seu efeito final e eliminar a necessidade de estimar a dose correta para determinado paciente. Prosseguindo, o autor afirma ainda, que esta característica é uma das principais razões pela qual a inalação da mistura N2O/O2 é considerada uma técnica quase perfeita.

Segundo Yagiela, se por acaso o paciente vier a receber inadvertidamente uma quantidade excessiva da droga, o efeito conseqüente pode ser rapidamente atenuado corrigindo-se a concentração administrada. Yagiela ainda cita que a via inalatória é a única em que as ações de uma droga podem ser rapidamente ajustadas em qualquer direção.

A máscara nasal, adapta-se confortavelmente ao rosto do paciente, a mistura gasosa tem odor agradável proporcionando, sensação de extremo relaxamento e bem estar além de atuar de maneira importante no controle do medo, da dor e da ansiedade, principalmente em pacientes odontofóbicos, que quando submetidos a tratamento odontológico, poderão, como já vimos anteriormente, apresentar intercorrências médicas em função do “stress” a que são submetidos durante o procedimento. O sistema de exaustão próprio mencionado anteriormente, não permite que a mistura gasosa exalada permaneça no consultório, tornando o método bastante seguro para os pacientes e a equipe envolvida no tratamento. Os equipamentos são dotados de sistema de proteção anti-hipóxia, que não permitem a dispensação de óxido nitroso, sem que haja demanda de oxigênio.

Os equipamentos são dotados de uma válvula (flush) que permite a oferta imediata de 30lts por minuto de oxigênio; os equipamentos são dotados de sistema de alarme que alertam para a diminuição da pressão dos gases oxigênio e óxido nitroso. Concentrações máximas ideais de óxido nitroso no ambiente cirúrgico: 50ppm(90mg/m3) 8hs./dia ou 40Hs. de trabalho por semana. limite: 200ppm. O Óxido Nitroso atua no Sistema Nervoso, com mecanismo de ação ainda pouco conhecido, promovendo uma leve depressão do córtex cerebral, e diferentemente de outras drogas benzodiazepínicas que atuam ao nível de bulbo, em altas dosagens, não deprime centro respiratório, mantendo o reflexos protetores. Tranquiliza o paciente de forma rápida e segura, diminuindo a sua sensibilidade à dor. A mistura óxido nitroso-oxigênio, possui propriedades analgésicas e sedativas. Everett em 1979 concluiu, que a administração da mistura óxido nitroso-oxigênio, aumenta o limiar de dor no periósteo, sugerindo que procedimentos de raspagem e curetagem sub/supragengival, muitas vezes podem ser exeqüíveis, sem o uso de complementação anestésica. Trieger, comprovou que estímulos elétricos produzidos no lábio inferior foram suportados com voltagem bem maior, quando o paciente está sob o efeito da mistura óxido nitroso-oxigênio, em percentuais superiores a 50% de óxido nitroso. Segundo Chapman, Arrowood, and Beecher, em 1943, e Goodmanem 2000, demonstraram, que a mistura de 20% de óxido nitroso em 80% de oxigênio equivalem a 15mg de morfina. Sua ação, por suas características físico-químicas, permite seu uso em qualquer tipo de paciente. Diabéticos, hipertensos, coronariopatas, crianças, idosos, e pacientes excepcionais ou especiais, que se beneficiam deste método, que dentre as técnicas de sedação consciente, é a que menos efeitos colaterais, e morbidade possui.

Está indicada onde a maioria das outras drogas utilizadas para a sedacão e a analgesia estão contra indicadas, como por exemplo nos casos de alergia. O paciente permanece todo o tempo lúcido e cooperativo; a sedação inalatória com a mistura oxigênio / óxido nitroso, pode produzir um efeito, onde o paciente apresenta um lapso de memória, informando que o tempo decorrido durante o procedimento foi menor do que aquele efetivamente transcorrido. Em apenas cerca de 5 minutos ele atinge os níveis ideais de sedação, permanecendo a partir de então tranqüilo responsivo e relaxado para o procedimento a que vai submeter-se. Ao terminar, em alguns minutos, também estará liberado para a execução de suas atividades diárias.

O Óxido Nitroso é um gás com propriedades físico-químicas particulares que permitem um uso seguro e confortável no consultório do cirurgião-dentista. É praticamente insolúvel (coef. 0.47) não se misturando com nenhum componente do corpo humano. Por estas características, sua ação é muito rápida e, conseqüentemente, sua eliminação também se faz em grande velocidade. Trieger et al em 1971, e Jastak Jt em 1975, comprovaram através de pesquisa, que após 5 a 7 minutos da interrupção do fornecimento do óxido nitroso, e a manutenção da oferta de oxigênio a 100% para o paciente, 99% do óxido nitroso inalado, é expelido pelos pulmões através da respiração e o paciente está com a sua atividade psico-motora restabelecida. Segundo Stoelting, em 1991, O óxido nitroso inalado não é metabolizado pelo fígado, uma insignificante percentagem (0.66%), sofre biotransformação. Segundo Hong, em 1980, 0.004% do Óxido nitroso inalado, é metabolizado no trato gastro-intestinal, pelas Pseudomonas, liberando desprezíveis quantidades de radicais livres.

O Óxido Nitroso possui um CAM de 104/105%, e em condições de pressão atmosférica normal, não tem potencia suficiente para produzir estágios de anestesia geral o que significa ainda que segundo o autor, e posteriormente Gilman em 2001, só conseguiríamos atingir este estágio de anestesia geral, com concentrações acima de 80% de óxido nitroso na mistura N2 O/O2 , e administrada em CÂMARAS HIPERBÁRICAS. Não há na literatura pesquisada relato, de que algum anestesista, no mundo, tenha induzido um paciente mantendo-o no estágio ideal de anestesia geral (cirúrgica) com a mistura N2O/O2 , sem que outras drogas ou gases com propriedades anestésicas estivessem também associadas. Por outro lado, o que aconteceria se administrássemos valium ou dormonid, ou qualquer outro benzodiazepínico em doses elevadas ( overdosagem) em nosso paciente?

Mesmo na concentração máxima de 70% de óxido nitroso permitida pelos misturadores (fuxômetros) usados em Sedação Consciente, esclarecemos que, estamos fornecendo ao paciente fração de O 2 inspirada (30%), superior a que inalamos habitualmente no ar atmosférico (FiO2 = 0,21), o que torna o método bastante seguro Segundo R. Miller, o Óxido Nitroso apesar de proporcionar pequena diminuição da contratilidade do miocárdio, diminui a amplitude e frequência do ritmo alfa dominante no coração não deprimindo as funções do sistema cardiovascular. Este efeito é extremamente benéfico sendo o método usado por este motivo, na Rússia, conforme demonstra Losava e Pekker e segundo Thompson e Lown introduzido a partir de 1976 em boa parte das unidades de tratamento de emergência dos EUA e Europa, para pacientes cardiopatas e acometidos por infarto agudo do miocárdio.

Segundo Miller e Malamed, na prática clínica vê-se um paciente com uma discreta diminuição da frequência cardíaca (< que 5%), sem grandes alterações da pressão arterial. O uso do N 2 O/O2 , continuam os autores, inibe as extra-sístoles e arritmias além de ser excelente analgésico em crises anginosas. Devido à diminuição da ansiedade, da dor e do medo, temos um paciente relaxado, com menos “stress” e menor resposta endógena para o sistema cardiovascular. Segundo Amey & Ballinger 1981, Hayes em 1987 e Thompson em 1976. Se o oxigênio se tornar crítico no miocárdio, o óxido nitroso trabalhará como uma droga analgésico-sedativa. Outro aspecto importante sobre o uso da sedação inalatória consciente, com a mistura de oxigênio/óxido nitroso, diz respeito à confusão semântica entre ela e a anestesia geral, detectada, já em 1968, por TEKAVEC.

O objetivo da Anestesia Geral, que é realizada por médico anestesista, sempre em ambiente hospitalar, é manter o paciente com a total ausência de reflexos (inclusive orofaríngeo), inconsciente, imóvel e temporariamente livre de ansiedade e dor assim sendo, incapaz de interagir com o profissional, podendo inclusive, se necessário, através de técnicas de anestesia geral avançada, ser submetido a resfriamento corpóreo etc.

O objetivo da técnica de Sedação Consciente é produzir um grau de sedação e analgesia, no qual o contato verbal com o paciente é mantido constantemente, não comprometendo os reflexos protetores do paciente.

Você é uma das muitas pessoas que recusam água gelada no restaurante ou esperam a xícara de café esfriar antes de dar um golinho para que os dentes não doam? Ou você precisa de uma delicadeza especial ao escovar os dentes, passar fio dental ou mastigar?

Talvez você tenha dentes sensíveis, uma das causas mais comuns de queixas de saúde bucal entre os pacientes. Mas existem várias estratégias que você pode usar para ter de volta o seu sorriso.

A sensibilidade geralmente ocorre quando a dentina de um dente é exposta ao calor, ao frio ou à acidez. Normalmente, a dentina sensível é protegida por esmalte ósseo acima da linha da gengiva e por cemento abaixo dela. Entretanto, se essas camadas de proteção forem danificadas ou desgastadas, o resultado poderá ser hipersensibilidade e desconforto ocasional.

A American Dental Association recomenda que você converse sobre a sensibilidade com seu dentista. Cáries, dentes fraturados, doença periodontal e raízes expostas podem causar sensibilidade. O clareamento dental também pode causar sensibilidade temporária.

Seu dentista pode revisar as técnicas de higiene bucal apropriadas com você, já que a escovação excessiva ou a má higiene bucal também podem provocar ou agravar a sensibilidade dental.

O uso regular de creme dental dessensibilizante pode ajudar a bloquear a transmissão da sensação da superfície do dente para o nervo. O creme dental dessensibilizante geralmente requer diversas aplicações antes que a sensibilidade seja reduzida.

Se o creme dental dessensibilizante não melhorar seu desconforto, seu dentista poderá sugerir procedimentos feitos no consultório. Uso de raios LASER e um flúor em alta concentração na forma de gel, que fortalece o esmalte dental e reduz a transmissão das sensações, pode ser aplicado nas áreas sensíveis dos dentes.

Se a sensibilidade for causada por recessão gengival, seu dentista pode usar agentes que se ligam à raiz do dente para “selar” o dente sensível. O selante geralmente é composto de um material plástico.

Alguns dentes sensíveis que não respondem a outros tratamentos podem necessitar de tratamento de canal para a eliminação do problema.

Existem muitas causas de mau hálito. Se você não escovar e passar fio dental todos os dias, o alimento permanecerá na sua boca e acumulará bactérias, que podem causar mau hálito. Os alimentos depositados entre os dentes, sobre a língua e ao redor das gengivas também podem se decompor, deixando um cheiro desagradável. O que você come também é um fator. Alimentos como alho e cebola contribuem com o odor da respiração e, uma vez que o alimento é absorvido e cai na corrente sangüínea, ele é transferido para os pulmões, onde é expelido.

A escovação e o uso de fio dental e de soluções de bochecho apenas mascaram o odor temporariamente; os odores continuam até que o corpo elimine o alimento. Pessoas que fazem dieta podem desenvolver hálito desagradável por conta da ingestão pouco freqüente de alimentos.

O mau hálito também pode ser causado por boca seca (conhecida por xerostomia), que ocorre quando o fluxo salivar diminui. A saliva limpa a boca e remove partículas que podem causar odor. A boca seca é causada por várias medicações, problemas nas glândulas salivares ou respiração bucal contínua. Se você sofrer de boca seca, seu dentista poderá prescrever saliva artificial ou sugerir o uso de balas sem açúcar e aumento da ingestão de líquidos. Produtos derivados do tabaco são outra causa de mau hálito. Se você é usuário de tabaco, peça ajuda ao seu dentista para abandonar o hábito.

O mau hálito também pode sinalizar um distúrbio de saúde. Infecções locais no trato respiratório, sinusite crônica, gotejamento pós-nasal, bronquite crônica, diabetes, distúrbio gastrointestinal e doenças do fígado ou rins também podem causar mau hálito. Manter uma boa saúde bucal é essencial para reduzir o mau hálito, portanto não deixe de agendar consultas periódicas para limpeza dental e check-up odontológico. Escove duas vezes ao dia com creme dental com flúor para remover restos alimentares e placa, e escove também a língua. Uma vez ao dia, use fio dental ou um limpador interdental para limpar entre os dentes. Converse com seu dentista se estiver preocupado com mau hálito. Ele pode ajudar a identificar a causa e, se o odor se dever a um problema bucal, desenvolver um plano de tratamento para ajudar a eliminá-lo.

Manter uma boa saúde bucal é essencial para reduzir o mau hálito, portanto não deixe de agendar consultas periódicas para limpeza dental e check-up odontológico. Escove duas vezes ao dia com creme dental com flúor para remover restos alimentares e placa, e escove também a língua. Uma vez ao dia, use fio dental ou um limpador interdental para limpar entre os dentes. Converse com seu dentista se estiver preocupado com mau hálito. Ele pode ajudar a identificar a causa e, se o odor se dever a um problema bucal, desenvolver um plano de tratamento para ajudar a eliminá-lo.

Há dois tipos de fio dental:

- Fio de nylon (ou multifilamento);
- Fio PTFE (monofilamento).

Existem no mercado fios dentais de nylon, encerados ou não, com uma grande variedade de sabores. Como esse tipo de fio é composto de muitas fibras de nylon, ele pode, às vezes, rasgar-se ou desfiar, especialmente se os dentes estiverem muito juntos. Embora mais caro, o fio de filamento único (PTFE) desliza facilmente entre os dentes, mesmo com pouco espaço, e não se rompe. Usados de maneira adequada os dois tipos de fio removem a placa bacteriana e os resíduos de alimentos.

Quando usado corretamente, o fio dental remove a placa bacteriana e os resíduos de alimentos das áreas onde a escova dental não tem acesso fácil, como, por exemplo, a linha da gengiva e as áreas entre os dentes. O uso diário do fio dental é altamente recomendável uma vez que a placa bacteriana pode levar ao aparecimento de cáries e doenças gengivais.

Para usar o fio dental de maneira correta faça o seguinte:

- Enrole aproximadamente 40 centímetros do fio ao redor de cada dedo médio, deixando uns dez centímetros entre os dedos;
- Segurando o fio dental entre o polegar e indicador das duas mãos, deslize-o levemente para cima e para baixo entre os dentes;
- Passe cuidadosamente o fio ao redor da base de cada dente, ultrapassando a linha de junção do dente com a gengiva. Nunca force o fio contra a gengiva, pois ele pode cortar ou machucar o frágil tecido gengival;
- Utilize uma parte nova do pedaço de fio dental para cada dente a ser limpo;
- Para remover o fio, use movimentos de trás para frente, retirando-o do meio dos dentes.


Use aproximadamente 40 centímetros de fio, 
deixando um pedaço livre entre os dedos





Siga, com cuidado, as curvas dos dentes.




Assegure-se de limpar além da linha da gengiva,
mas não force demasiado o fio contra a gengiva.

Troque sua escova de dentes a cada três meses ou quando perceber que ela começa a ficar desgastada. Além disso, é muito importante trocar de escova depois de uma gripe ou resfriado para diminuir o risco de nova infecção por meio dos germes que aderem às cerdas.

É importante que você use o creme dental mais adequado para você. Atualmente existe uma grande variedade de produtos feitos especialmente para combater cáries, gengivite, tártaro, manchas e sensibilidade. Pergunte ao seu dentista qual o tipo de creme dental mais adequado.

A maioria dos dentistas concorda que a escova dental de cerdas macias é a melhor para a remoção da placa bacteriana e dos resíduos de alimentos. As escovas com cabeças menores também são mais adequadas, porque alcançam melhor todas regiões da boca, como, por exemplo, os dentes posteriores, mais difíceis de alcançar. Muitos escolhem a escova elétrica como a melhor alternativa, pois ela limpa com maior facilidade e é particularmente indicada para pessoas que têm dificuldade para higiene bucal ou tem menor destreza manual.

Com o passar do tempo, a exposição a alimentos, bebidas (especialmente café, chá, refrigerante e vinho tinto) e fumo gradualmente escurecerá os dentes recentemente clareados. Mas existem medidas que podem ser tomadas para manter seu sorriso. O pequeno esforço investido em mantê-los brilhantes ao máximo, não é nada se comparado ao dinheiro e/ou tempo necessários ao tratamento de clareamento dos dentes.

Veja baixo algumas dicas para manter seus dentes brancos:

- Use creme dental branqueador para a remoção de manchas e prevenir o amarelamento dos dentes;
- Escove ou enxágüe os dentes imediatamente após consumir alimentos ou bebidas que possam manchá-los;
- Use um canudo para consumir bebidas que possam manchar os dentes, como por exemplo: café, chá, refrigerantes e vinho tinto;
- Use batom de tonalidade brilhante baseada no azul ou cor-de-rosa. O que confere uma aparência mais branca aos dentes. Evite usar tons alaranjados ou marrons;
- Verifique se seus dentes necessitam de retoque. Dependendo do método de clareamento usado, um retoque após seis meses, um ano ou dois pode ser necessário. Caso você fume ou beba muito café, talvez precise de um retoque com mais freqüência.

Seu dentista pode lhe dizer por quanto tempo você deverá usar o aparelho móvel. Uma vez que o propósito desse dispositivo é evitar que seus dentes retornem à posição original, ele deve ser usado pelo menos até que seus maxilares e gengivas tenham tido tempo de se estabilizar ao redor dos dentes recém-alinhados. Muitos ortodontistas recomendam que crianças e adolescentes usem os aparelhos móveis até os 20 e poucos anos – até que todos os dentes permanentes tenham nascido e os ossos da face tenham parado de crescer.

A maioria dos aparelhos móveis são removíveis, o que significa que você os remove para comer, escovar e usar fio dental. Por esse motivo, são facilmente perdidos. Muitas pessoas embrulham os aparelhos móveis em um guardanapo ao comer, e os esquecem em seguida, tendo que gastar centenas de reais em uma nova peça. Uma boa solução é carregar sempre a caixa do seu aparelho móvel com você para guardá-lo toda vez que não estiver sendo usado. Para mais proteção, nunca deixe a caixa sobre a mesa ou balcão – sempre coloque-a imediatamente em sua mochila, bolsa ou bolso.

Seu dentista pode lhe fornecer mais informações sobre como limpar e cuidar do seu tipo específico de aparelho móvel. Independentemente do tipo, você deve se certificar de não sentar sobre ele, pisar nele ou danificar de qualquer outra maneira esse equipamento frágil e caro.